O confronto entre Espanha e Cabo Verde terminou num empate a zero, num jogo marcado pela forte supremacia espanhola em posse de bola e oportunidades criadas, mas sem capacidade para concretizar. A equipa da casa dominou praticamente todos os indicadores estatísticos, com 74% de posse de bola e 25 remates totais, dos quais sete foram enquadrados com a baliza adversária. Cabo Verde, por sua vez, realizou apenas cinco remates, com um único remate à baliza.
Apesar do domínio, a Espanha não conseguiu ultrapassar a sólida defesa cabo-verdiana e o excelente desempenho do guarda-redes visitante, que efetuou sete defesas importantes, mantendo a sua baliza inviolada. Espanha contou ainda com 10 cantos contra apenas um de Cabo Verde, mas faltou ainda eficácia para transformar a vantagem em golo.
O jogo foi relativamente limpo, com apenas um cartão amarelo para a equipa visitante e nenhum para os espanhóis. As defesas atuaram bem, contribuindo para um resultado que espelha o equilíbrio, apesar do domínio claro da Espanha. O grande destaque está no forte controlo de jogo espanhol, que ficou aquém na finalização, e na capacidade defensiva e organização tática dos cabo-verdianos.
Este empate a zeros demonstra a dificuldade que as equipas podem ter em traduzir posse e oportunidades em golos, sublinhando a importância do jogo coletivo e da eficácia em momentos decisivos. Com esta partida, Espanha mantém o seu registo ofensivo, mas Cabo Verde prova que sabe resistir contra adversários de maior peso, valorizando cada ponto conquistado.