A Suécia dominou o confronto contra a Tunísia, vencendo por 5-1 num jogo intenso que já refletia grande emoção ao intervalo, com um resultado de 2-1. A equipa sueca mostrou-se muito eficaz no ataque, concretizando cinco golos a partir de 12 remates, dos quais metade foram enquadrados à baliza. A vantagem foi construída sobretudo dentro da área, com nove disparos na grande área, evidenciando o domínio ofensivo e a capacidade de finalização de uma equipa constantemente perigosa.
Apesar do equilíbrio na posse de bola — com a Tunísia a deter ligeira vantagem de 51% contra 49% da Suécia —, a seleção nórdica destacou-se pela maior precisão nos passes, atingindo 79% de passes corretos em 343 tentativas, comparados com os 79% em 354 da Tunísia. A Tunísia, por sua vez, foi incapaz de capitalizar as oportunidades e sofreu um único golo apesar dos seus seis remates, dos quais apenas dois foram à baliza.
No capítulo disciplinar, destacou-se a ausência de cartões amarelos para a Suécia e apenas um para a Tunísia, o que indica um jogo bastante disputado, mas sem excessos. A eficácia da Suécia traduz-se também nos cantos conquistados, quatro contra dois da equipa africana, e num melhor aproveitamento das situações de bola parada.
Este resultado expressa o claro domínio dos suecos, que consolidaram a vitória na segunda parte marcando três golos adicionais, assegurando um desfecho cómodo perante uma Tunísia que não conseguiu evitar a goleada. Em resumo, a Suécia mostrou maior qualidade ofensiva e maior eficácia defensiva, refletindo-se num triunfo sólido que merece destaque nas análises do jogo.